A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crónica inflamatória do Sistema Nervoso Central (SNC), caracterizada pela desmielinização e neurodegeneração (perda axonal e morte neuronal) em diversos locais do cérebro e da medula espinal.1

As lesões da EM resultam da infiltração de células periféricas do sistema imunitário, que atravessam a barreira hematoencefálica (BHE) e promovem inflamação, desmielinização, gliose e neurodegeneração.

A atrofia cerebral é observada desde o início da doença, tornando-se cada vez mais aparente com a evolução da doença, especialmente em fenótipos mais progressivos.3

A EM é uma causa comum de incapacidade física e cognitiva graves em jovens adultos.3

    1. Baecher‐Allan C, Kaskow BJ, Weiner HL. Multiple sclerosis: mechanisms and immunotherapy. Neuron. 2018;97(4):742‐768.
    2. Dendrou CA, Fugger L, Friese MA. Immunopathology of multiple sclerosis. Nat Rev Immunol. 2015;15(9):545‐558.
    3. Thompson AJ, Baranzini SE, Geurts J, et al. Multiple sclerosis. Lancet. 2018;391(10130):1622‐1636.

A fisiopatologia da Esclerose Múltipla